Balsas com 1.600 metros cúbicos de madeira ilegal são apreendidas no Pará

Fiscalização na Floresta Nacional de Caxiuanã, no Pará, e seu entorno, levou à apreensão de mais de 1600 metros cúbicos de madeira extraída ilegalmente – o suficiente para encher mais de 60 caminhões – em duas balsas na orla do município de Portel.

Segundo o Ibama, as toras não tinham documentação e foram levadas à capital paraense. (Foto: ICMBio/Divulgação)
Entre as madeiras encontradas havia maçaranduba, tauari e angelim. Além dessas embarcações, outras duas balsas vazias e uma carregadeira foram apreendidas. As apreensões aconteceram na segunda metade de agosto.

“Vamos voltar ao local para encontrar o ponto de onde essas toras foram retiradas. Sabemos que deve haver mais tratores por lá”, diz Francisco Reno, responsável pelo escritório do Ibama em Breves (PA), que cobre aquela região.

A ação contou ainda com a participação do Instituto Chico Mendes (ICMBio), responsável pela gestão das reservas federais, e da Polícia Militar Ambiental. As toras não tinham qualquer documentação, segundo Renó. Elas foram doadas à Secretaria de Meio Ambiente do Pará, que deve leiloá-las. Os responsáveis pelo transporte foram multados.

Deixe um comentário »

A AMAZÔNIA NÃO É O PULMÃO DO MUNDO!

Essa afirmação é bastante difundida não só pelas escolas como pela mídia. A Amazônia pode até ser considerada o pulmão do mundo porque inunda o planeta de CO2, afinal qual é a função de um pulmão se não inspirar O2 e expirar CO2?

O que acontece é que a quantidade de oxigênio que a Amazônia libera na atmosfera é desprezível e não é tão grande quanto as pessoas pensam. Para você ter idéia, as algas dos oceanos, unicelulares e pluricelulares, liberam até 5 vezes mais oxigênio na atmosfera que toda a Amazônia.

Todas as plantas do planeta liberam por ano 16,5 Bilhões de toneladas de oxigênio e através da fotossíntese absorvem 2,6 Bilhões de toneladas de CO2. Do total desse oxigênio liberado por todas as plantas do planeta, a contribuição da Amazônia chega a 15%, ou seja, 2,5 Bilhões de toneladas de oxigênio e absorve também 15% desse total de CO2 da atmosfera, cerca de 0,4 Bilhão de toneladas de CO2.

Em contra partida, as algas dos oceanos do planeta liberam sozinhas 13,5 Bilhões de toneladas de O2 anualmente e absorvem a cada ano 2,2 Bilhões de toneladas de CO2 da atmosfera. Por tanto, o título de pulmão do mundo deveria ser dado para as algas dos oceanos.

Deixe um comentário »

Cacau selvagem da Amazônia vira chocolate fino na Europa

info. de: http://www.globoamazonia.com/Amazonia

O cacau selvagem colhido em um dos lugares mais remotos da Amazônia virou matéria-prima para chocolates finos na Europa. Ribeirinhos de Boca do Acre, na confluência do Rio Acre com o Purus, no sul do Amazonas, colhem o cacau e o vendem a uma cooperativa que beneficia os frutos para enviá-los à Alemanha, onde são ingrediente de chocolates que custam cerca de 3 euros por unidade (mais de R$ 8).

Segundo Jaime Sass, diretor-administrativo da Cooperativa Agroextrativista do Mapiá e Médio Purus (Cooperar), este ano já foram colhidas 6 toneladas de frutos nativos.

Os cacaueiros estão espalhados pelos rios da região. Ribeirinhos fazem a colheita e levam os frutos até a beira do rio, onde são recolhidos com barcos. “Temos muitos gastos devido às grandes distâncias que precisamos percorrer para recolher o cacau”, explica Sass. Após o recolhimento, os frutos são descascados e colocados em caixas de fermentação por alguns dias. Em seguida, são secos em estufas.

Apesar das dificuldades, o extrativismo de cacau é uma maneira para os ribeirinhos conseguirem dinheiro, já que a maioria deles se dedica apenas à pesca e à agricultura de subsistência.

Segundo o diretor da Cooperar, eles conseguem até R$ 50 com um dia de trabalho. Ao todo, cerca de 200 ribeirinhos de Boca do Acre trabalham com o cacau durante três meses (março a maio) ao ano.

A parceria com os alemães funciona desde 2006. A Cooperação Técnica Alemã, empresa pública que apoia o desenvolvimento em países estrangeiros fez a ponte entre os extrativistas do Amazonas e a fábrica de chocolates.

Uma fundação alemã pagou a instalação de estufas de secagem e a indústria se compromete a cobrir os gastos da cooperativa quando houver imprevistos que aumentem os custos, como a cheia prolongada deste ano, que dificultou a colheita.0,,21319501-FMM,00

Por que trazer a matéria-prima de um lugar tão distante? A fábrica alemã, além de apostar na qualidade do cacau selvagem da Amazônia, usa sua origem “exótica” para marketing. A questão do apoio aos ribeirinhos e do comércio justo é outro ponto favorável para a imagem da empresa.

Deixe um comentário »

Deixe um comentário »

Em três meses, Amazônia perde 197 km², aponta Inpe

A Amazônia perdeu pelo menos 197 km² de florestas nos meses de fevereiro, março e abril – área equivalente a cinco vezes o Parque nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (2) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e podem estar subestimados, já que a medição foi prejudicada pelas nuvens, que cobriram cerca de 80% da região durante os três meses. Também por isso, o instituto afirma que não é possível comparar a leitura com os registros do mesmo período do ano anterior.

Fonte: G1 Globo Amazônia

Deixe um comentário »

MPF/AP: ação para preservação do Rio Amazonas já tem o seu primeiro resultado

Em audiência ocorrida no dia 7 de outubro, a Justiça Federal no Amapá determinou que a Prefeitura de Santana, juntamente com a Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa), finalizem os projetos e viabilizem a efetiva construção e funcionamento do novo sistema coletor de esgoto da cidade, com o desvio da tubulação que passa por dentro da área de reserva particular natural Revecom, no prazo de 180 dias.

A decisão é fruto de uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal no Amapá, juntamente com o Ministério Público do estado e União, no dia 29 de setembro, com o objetivo de impedir o dano ambiental causado ao Rio Amazonas  pelo despejo de esgoto sanitário não tratado das cidades de Macapá e Santana.

Em relação ao município de Santana, o requerimento do MPF/AP baseou-se em relatórios do Ibama, que constataram a ocorrência de poluição causada pelo despejo do esgoto em afluente do rio, contendo uma série de produtos químicos e de compostos orgânicos nas análises efetuadas.

De acordo com a decisão da Justiça Federal, o esgoto passará a ser tratado na estação localizada no delta do rio Matapi-Mirim, através do bombeamento dos resíduos provenientes do bairro Vila Amazonas, medida que possibilitará o fim do despejo do esgoto sem tratamento no principal local de coleta de água para abastecimento do município de Santana.

O projeto básico deverá ser apresentado pela Prefeitura Municipal de Santana à Caesa, já nos próximos 15 dias, para que seja readequado, contemplando todos os bairros pertencentes àquele município, além das previsões incluídas no Plano Diretor de Santana.

A obra contará com recursos no valor de 300 mil reais, que já estavam previstos para a linha de desvio que iria para o Rio Amazonas, e que poderão, por meio de uma justificativa técnica, ser aplicados na construção que interligará a Vila Amazonas à estação de bombeamento.

O Ministério Público Federal no Amapá reiterou a necessidade do cumprimento dos prazos, uma vez que o dano ambiental à reserva ambiental da Revecom e ao Rio Amazonas continuará ocorrendo durante a construção dos sistemas. Desta forma, a Justiça Federal também assegurou  inspeções periódicas, durante todo o período concedido, para verificação da execução das obras.

Fonte: http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias-do-site/meio-ambiente-e-patrimonio-cultural/mpf-ap-acao-para-preservacao-do-rio-amazonas-ja-tem-o-seu-primeiro-resultado/

Deixe um comentário »

Bicho Preguiça informações:

CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Superordem: Xenarthra
Ordem: Pilosa
Família: Bradypodidae
Megalonychidae

INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

O bicho-preguiça é um mamífero com hábitos de vida noturnos.

Podemos encontrar estes animais em florestas tropicais da América do Sul, América Central e Mata Atlântica

Vive em pequenos grupos, embora possuam vários hábitos solitários

Possui grandes garras, utilizando-as para subir e permanecer na copa de árvores de grande porte

Sua alimentação baseia-se em folhas, raízes, brotos de algumas espécies de árvores e frutos

Dorme aproximadamente 14 horas por dia, pendurado nas árvores

Um animal saudável costuma viver entre 30 e 40 anos

Descem do topo das árvores apenas uma vez por semana com o objetivo de fazer suas necessidades fisiológicas

Existem várias espécies, divididas em duas famílias: Bradypodidae (possuem três dedos em cada braço) e Megalonychidae (dois dedos)

Esta espécie animal orienta-se principalmente pelo olfato, pois seu sistema visual não é muito desenvolvido

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS:

Cor: cinza claro com machas pretas, marron ou branca
Peso: em média de 4 a 6 kg
Comprimento: aproximadamente 70 cm (contando a calda)
Gestação: 120 a 180 dias

Deixe um comentário »

Amazônia peruana esconde a terceira maior cachoeira do mundo

O norte do Peru é território de uma Amazônia intrigante, pouco conhecida. De um lado, o frio gelado dos picos andinos. Do outro, o calor úmido de uma selva que cresce na vertical. Nos vales, rios furiosos descem rasgando a terra. O estado do Amazonas peruano é o berço das águas que alimentam a maior bacia fluvial do mundo.

O som da concha marinha, usada como se fosse um berrante, já ecoava nos paredões das serras em tempos remotos. Era um aviso que alguma mensagem estava chegando pelas trilhas montanhosas. Trilhas que o pesquisador andarilho Felipe Varela percorre desde maio do ano passado.

A malha viária que as antigas civilizações espalharam por toda a América do Sul tem 40 mil quilômetros. São os famosos caminhos incas, construídos com pedras para resistir às chuvas.

Nos caminhos atuais se chega de carro a quase todos os destinos. As estradas encurtaram as distâncias, mas aumentaram os riscos. É uma aventura viajar pelos Andes: terra batida, uma curva atrás da outra. O motorista precisa ser bom e dirigir com cuidado.

Qualquer vacilo ao volante pode custar a vida. É difícil encontrar uma estrada nessa região sem marcas de tragédias, identificadas por cruzes na beira das estradas. Nem os trechos asfaltados são menos perigosos.

Quando não são as pedras que rolam do alto e bloqueiam o tráfego, são os rios que transbordam e fecham a pista. Por terra, não há outra opção para se chegar a Chachapoya, nossa primeira escala. É tão imprevisível esse caminho que, de repente, a paisagem resolve desafiar a imaginação: no meio dos Andes, a paisagem tem bode e mandacaru, como na Caatinga.

Até a temperatura é parecida. Como no Brasil, no semi-árido nordestino, também nesse sertão peruano faz calor de 40ºC. Mas quem passa por esta região precisa se preparar para um choque térmico, porque logo na frente, a menos de 50 quilômetros, faz muito frio.

Esta parte da Amazônia concentra uma mistura de raridades, diz o biólogo Mirbel Riviera. São cinco ecossistemas diferentes no mesmo lugar. Cerca de 800 espécies de plantas que só aqui podem ser encontradas.

No topo está Chachapoya, a 3,3 mil metros de altitude. A temperatura média é de 10ºC, mas chega a 0ºC no inverno.

A capital do Amazonas peruano tem pouco mais de 100 mil habitantes e preserva em suas ruas a arquitetura dos colonizadores espanhóis. Perto da cidade, um belíssimo cartão-postal enche de orgulho o povo dessa região: a cachoeira Gocta, com 770 metros de queda d’água em dois estágios. No ranking das maiores do mundo ela, é a terceira. Mas na seleção das mais belas, sem dúvida, é a mais impressionante.

O norte do Peru é território de uma Amazônia intrigante, pouco conhecida. De um lado, o frio gelado dos picos andinos. Do outro, o calor úmido de uma selva que cresce na vertical. Nos vales, rios furiosos descem rasgando a terra. O estado do Amazonas peruano é o berço das águas que alimentam a maior bacia fluvial do mundo.
O som da concha marinha, usada como se fosse um berrante, já ecoava nos paredões das serras em tempos remotos. Era um aviso que alguma mensagem estava chegando pelas trilhas montanhosas. Trilhas que o pesquisador andarilho Felipe Varela percorre desde maio do ano passado.

A malha viária que as antigas civilizações espalharam por toda a América do Sul tem 40 mil quilômetros. São os famosos caminhos incas, construídos com pedras para resistir às chuvas.

Nos caminhos atuais se chega de carro a quase todos os destinos. As estradas encurtaram as distâncias, mas aumentaram os riscos. É uma aventura viajar pelos Andes: terra batida, uma curva atrás da outra. O motorista precisa ser bom e dirigir com cuidado.

Qualquer vacilo ao volante pode custar a vida. É difícil encontrar uma estrada nessa região sem marcas de tragédias, identificadas por cruzes na beira das estradas. Nem os trechos asfaltados são menos perigosos.

Quando não são as pedras que rolam do alto e bloqueiam o tráfego, são os rios que transbordam e fecham a pista. Por terra, não há outra opção para se chegar a Chachapoya, nossa primeira escala. É tão imprevisível esse caminho que, de repente, a paisagem resolve desafiar a imaginação: no meio dos Andes, a paisagem tem bode e mandacaru, como na Caatinga.

Até a temperatura é parecida. Como no Brasil, no semi-árido nordestino, também nesse sertão peruano faz calor de 40ºC. Mas quem passa por esta região precisa se preparar para um choque térmico, porque logo na frente, a menos de 50 quilômetros, faz muito frio.

Esta parte da Amazônia concentra uma mistura de raridades, diz o biólogo Mirbel Riviera. São cinco ecossistemas diferentes no mesmo lugar. Cerca de 800 espécies de plantas que só aqui podem ser encontradas.

No topo está Chachapoya, a 3,3 mil metros de altitude. A temperatura média é de 10ºC, mas chega a 0ºC no inverno.

A capital do Amazonas peruano tem pouco mais de 100 mil habitantes e preserva em suas ruas a arquitetura dos colonizadores espanhóis. Perto da cidade, um belíssimo cartão-postal enche de orgulho o povo dessa região: a cachoeira Gocta, com 770 metros de queda d’água em dois estágios. No ranking das maiores do mundo ela, é a terceira. Mas na seleção das mais belas, sem dúvida, é a mais impressionante.

fonte: g1.com

Deixe um comentário »

Governo amplia lista de municípios que mais desmatam Amazônia. Lista, que contava com 36 cidades, agora tem 43. Nesses locais, o governo aplica restrições de crédito para novos plantios.

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, anunciou nesta terça-feira (24) a ampliação da lista dos municípios que mais desmatam a Amazônia.

Agora, 43 municípios estão na lista do governo, que contava antes com 36 localidades.

Os produtores dessas regiões ficam impedidos de conseguir novos financiamentos agrícolas até fazerem um novo georreferenciamento (mapeamento exato de todas as terras) e pedirem autorização para o Incra. Esses locais são responsáveis por mais de 50% do desmatamento da Amazônia.

Os sete municípios incluídos na lista são: Marabá (PA), Pacajá (PA), Itupiranga (PA), Mucajaí (RR), Feliz Natal (MT), Tailândia (PA) e Amarante do Maranhão (MA). Em todos esses, houve aumento do desmatamento em relação a 2008, quando foi lançada a primeira portaria com restrições para os 36 municípios que mais desmatam a Amazônia. Segundo Minc, em todos eles também há assentamentos de trabalhadores Sem-Terra.

Nesses 43 municípios, também fica proibida a emissão de novas licenças ambientais e a liberação de novas áreas para plantio por parte do Incra e dos demais órgãos ambientais.

Segundo Minc, três municípios estão próximos de serem excluídos da lista, mas ainda precisam concluir o georreferenciamento das propriedades rurais: Alta Floresta (MT), Porto dos Gaúchos (MT) e Nova Maringá (MT). O ministro ressaltou que esses municípios tiveram incremento da fiscalização, inclusive por meio de parcerias firmadas entre o governo federal e essas prefeituras.
Critérios mais rígidos
A portaria divulgada nesta terça-feira também endurece ainda mais os critérios para que os municípios saiam da lista dos maiores desmatadores da Amazônia. Agora, os municípios terão que completar pelo menos 80% do georreferenciamento das propriedades, o desmatamento em 2008 tem que ser igual ou menor que 40 quilômetros quadrados e a média dos desmatamentos de 2007 e 2008 tem que ser igual ou inferior a 60% da média de desmate registrada entre 2004 e 2006.

Minc disse que o estabelecimento de um novo limite máximo para desmatamento ilegal para que os municípios possam deixar a lista do governo federal está relacionada ao Plano Nacional de Combate ao Desmatamento.

“Nós vimos qual era o plano de combate ao desmatamento e as metas que precisamos atingir. A meta do governo é desmatamento ilegal a zero, se eu permito que se possa desmatar até 100 quilômetros quadrados, a meta muda. Por isso, reduzimos para, no máximo, 40 mil quilômetros quadrados”, argumentou.
Fonte: G1 Portal de notícias da Globo
http://g1.globo.com/

http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1055958-5598,00-GOVERNO+AMPLIA+LISTA+DE+MUNICIPIOS+QUE+MAIS+DESMATAM+AMAZONIA.html

Deixe um comentário »

Saiba mais sobre: O jacaré-de-papo-amarelo (Caiman latirostris)

O jacaré-de-papo-amarelo (Caiman latirostris) é um jacaré típico da América do Sul. A espécie habita as florestas tropicais, preferindo áreas de baixada, com suas lagoas, lagos e rios. É um animal carnívoro que vive aproximadamente 50 anos.
São conhecidos por este nome, pois, durante a fase do acasalamento, estes animais costumam ficar com a área do papo amarelada.
Mede em média entre 1,5 m e 2,5 m, mas já foram capturados exemplares com mais de 3,5 m. Caracterizam-se por possuírem uma mordida forte, podendo partir o casco de uma tartaruga com extrema facilidade.
Estes animais costumam se alimentar de crustáceos e pequenos mamíferos; eventualmente os exemplares maiores podem atacar presas maiores. Seus alimentos principais são certos moluscos gastrópodes disseminadores de algumas moléstias nas populações ribeirinhas. Desta forma, nos ambientes onde o jacaré foi eliminado, cresce a incidência de barriga de água entre a população que reside próximo aos rios.

Deixe um comentário »